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            Fotografia e Biologia


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Confira as novidades que a Canon preparou para a maior feira de Imagem do Brasil

Posted on July 30, 2010 at 6:48 PM Comments comments (0)

Novas objetivas, câmeras com função para gravação de vídeos em Full HD e câmeras à prova d´água, são alguns dos destaques na PhotoImage Brazil 2010

 

 A Canon, líder mundial em imagem digital, apresenta sua linha completa de câmeras compactas e profissionais na 18º edição da PhotoImage Brazil, feira internacional de imagem.

 

Entre os destaques  das SLRs estão a EOS 7D,  a Rebel T2i e a 1D Mark IV, além de objetivas EF EF-S. 

   

 Já a compacta Canon PowerShot D10 conta com processador de imagem DIGIC 4 e 12.1 megapixels de resolução. À prova d´água (dentre as câmeras existentes no mercado é a que suporta maior profundidade, até 10 metros), à prova de temperatura de até -10ºC e à prova de choque, pode cair de uma altura de até 1,3 metros. Agora disponível no Brasil, o modelo tem preço sugerido de R$ 1.399,99.

 

 

 

1D Mark IV

 

 

 

 A Canon EOS 1D Mark IV possui sensor CMOS de 16 megapixels, duplo processador de imagens DIGIC 4 e conversão A/D de 14-bit a uma velocidade de dez quadros por segundo (fps), além da maior variedade de ISO já oferecida pela Canon e funcionalidade para gravação de vídeos em Full HD (1080p), com velocidade selecionável em quadros por segundo. O principal diferencial do modelo é o sistema autofoco, que começa com 45 pontos AF, incluindo 39 pontos de foco tipo cruz de alta precisão, capazes de capturar imagens de atletas em alta velocidade ou de animais na natureza, por exemplo. No mercado nacional, o modelo tem preço sugerido de R$ 18.499,99 (corpo).

 

7D

 

  

 Já a Canon EOS 7D conta com sensor APS-C CMOS de 18 megapixels desenvolvido pela Canon, e processadores “DIGIC 4” duplos para proporcionar performance ainda mais rápida e de elevada qualidade em todas as condições de luz. ISO expansível de até 12800 e disparos contínuos a 8 quadros por segundo (fps) completam a oferta. O equipamento tem também sensor AF (autofoco) de 19 pontos e sistema de foco por avaliação de luminância e de cor "Focus Color Luminance”, capaz de medir de forma inteligente a focagem, a cor e a luminosidade em 63 zonas. Com Transmissor Speedlite Integrado, pela primeira vez disponível em uma câmera EOS, permite também o controle de flashes Speedlite externos sem acessórios adicionais, além de flash otimizado com controle manual e cobertura de flash mais ampla, para cobrir distâncias focais de até 15mm. O LCD Clear View II de 3 polegadas da EOS 7D foi desenhado para eliminar o reflexo por meio da remoção do ar entre o revestimento de proteção do LCD e o cristal líquido e possui um ângulo de visão de 160 graus, eficiente mesmo em condições de elevada luminosidade. Agora disponível no Brasil, a Canon EOS 7D tem preço sugerido de R$ 6.999,99 (corpo).

 

 Rebel T2i

 

 

 

 Com novos recursos como velocidade de disparo de 3,7 fps, faixa ISO de 100-6400 (expansível para 12800), sistema de medição de 63 zonas em dupla camada e o exclusivo processador de imagens Canon DIGIC 4, a Canon EOS Rebel T2i garante a melhor captação de imagens, em vídeo ou fotografia, em Full HD 1920x1080 e 18 Megapixel de resolução, respectivamente.

 

 Para gravação em Full HD, conta com controle de exposição manual, frequência de gravação selecionável e nova entrada para microfone externo, além de novo recurso para gravações em modo standard chamado Movie Crop, que oferece zoom adicional aproximado de 7x sem perda de qualidade de imagem. A Rebel T2i DSLR captura vídeos em NTSC (National Television System Committee) e PAL (Phase Altering Line) com velocidades de gravação em fps selecionáveis, incluindo Full HD 1920 x 1080 a 30fps (29,97), 25 ou 24 (23,976) fps, ou HD 1280 x 720 ou Standard 640 x 480, em 60 (59,94) ou 50 fps. Para o mercado nacional, o preço sugerido é de R$ 3.999,99 (corpo).

 

 Objetivas

 

 

 A estrutura da EF 70-200mm f/2.8L IS II USM tem novo design de elementos internos, incorporando um elemento de fluorita e um quinto elemento UD (Ultra Low Dispersion), que minimizam aberrações cromáticas e produzem imagens com melhor contraste e resolução através de toda a faixa de zoom. 

 

 Junto aos elementos óticos redesenhados, o design proporciona melhor velocidade de AF (autofoco), em função de um novo algoritmo de foco, e redução da distância de foco para 1.2 metros em toda a escala de zoom (distância mínima focal na objetiva anterior era de 1.4 metros). O estabilizador de imagens também foi aprimorado e permite compensar velocidades de disparo até quatro pontos mais lentos.

 

 Em liga de magnésio, o modelo teve aumento mínimo de 20 gramas em seu peso em comparação ao anterior (1490g x 1470g) e mantém os selos de vedação e acessórios de proteção Canon contra poeira e água. Um novo encaixe de baioneta na frente da objetiva inclui um mecanismo de travamento para garantir que o para-sol permaneça encaixado na posição correta e de forma segura. A nova objetiva é compatível com os extensores Canon EF 1,4x II e EF 2,0x II, bem como com os tubos de extensão EF e as objetivas Close-Up 77mm 500D. O preço sugerido da lente para o mercado brasileiro é de R$ 10.699,99.

 

 A Canon EF-S 18-135mm f/3.5-5.6 IS é a lente perfeita, com estabilizador de imagens para fotógrafos avançados que buscam lentes com zoom grande angular e capacidade de telefoto. Com uma unidade compacta de IS com correção de movimento para até quatro pontos de velocidade do obturador, a capacidade de zoom desta lente equivale a 29-216mm no formato Full Frame. No mercado nacional, a objetiva tem preço sugerido de R$ 1.849,99.

 

 

 A versátil distância focal, o grande ângulo da lente e a qualidade de imagem da lente Canon EF-S 15-85mm f/3.5-5.6 IS USM tornam este modelo uma lente zoom multiuso grande angular ideal para o fotógrafo registrar casamentos ou férias. Com três elementos asféricos e um elemento UD para qualidade excepcional de imagens, a capacidade de zoom desta lente é equivalente a 24-136mm no formato Full Frame. O preço sugerido no Brasil é de R$ 799,99.

 

 

 O PhotoImage Brazil 2010 acontece entre os dias 3 e 5 de agosto de 2010, no Expo Center Norte, em São Paulo.

 

 

Fonte: S2 Comunicação Integrada http://www.s2.com.br/ReleaseTexto.aspx?press_release_id=24001

Rato de 6 quilos é descoberto

Posted on July 28, 2010 at 9:35 PM Comments comments (0)

O peso está mais para o de um cão pequeno ou de um gato com sobrepeso. Seis quilos é realmente inusitado para um rato.

 

 

 Segundo os pesquisadores responsáveis pela descoberta, trata-se do maior rato de que se tem notícia. Ken Aplin, do Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation, na Austrália, e Kris Helgen, do Smithsonian Institution, nos Estados Unidos, escavaram ossos de 13 roedores, 11 dos quais até então desconhecidos para a ciência, em um sítio arqueológico no Timor-Leste.

 

 “O leste da Indonésia é um hot spot da evolução de roedores e exige maior atenção de esforços de conservação. Roedores respondem por cerca de 40% da diversidade de mamíferos no mundo e são elementos-chave dos ecossistemas, importantes para processos como manutenção dos solos e dispersão de sementes. Manter a biodiversidade entre ratos é tão importante como proteger aves ou baleias”, disse Aplin.

 

 Análises feitas pelos pesquisadores indicaram que o rato de 6 quilos – do gênero Coryphomys – viveu até cerca de 1,5 mil anos atrás, no mesmo período que a maioria dos outros roedores descobertos.

 

 Apenas uma das espécies dos ossos encontrados na escavação sobrevive até os dias de hoje. Os maiores ratos vivos na atualidade chegam a 2 quilos e vivem em florestas nas Filipinas e na Nova Guiné.

 “A ilha do Timor é habitada há mais de 40 mil anos e as pessoas caçaram e se alimentaram de roedores durante esse período, mas as extinções não ocorreram até recentemente”, disse Aplin. O estudo foi publicado na edição de julho do Bulletin of the American Museum of Natural History.

 

 “Achamos que as pessoas viveram sustentavelmente no Timor até cerca de 1 mil a 2 mil anos atrás. Isso indica que extinções não são inevitáveis quando pessoas chegam a uma ilha qualquer. A abertura de grandes áreas de floresta para a agricultura provavelmente causou as extinções e isso apenas foi possível após a invenção de ferramentas de metal”, disse.

Em cada uma das ilhas do leste da Indonésia, segundo o estudo, evoluiu um conjunto único de ratos. Aplin também encontrou seis novas espécies de ratos em uma caverna na ilha de Flores.

 

 A ilha do Timor (que reúne Timor-Leste e Timor-Oeste) tem poucos mamíferos nativos, como morcegos e roedores fazendo a maioria das espécies. Boa parte do país atualmente é árida, em contraste com as florestas tropicais do passado.

Mas os cientistas acham que, ainda assim, há espaço para novas descobertas. “Embora menos de 15% da cobertura de floresta original do Timor permaneça, partes da ilha ainda contam com florestas densas. Quem sabe o que pode haver ali?”, disse Aplin.

 

 O artigo Quaternary Murid Rodents of Timor Part I: New Material of Coryphomys buehleri Schaub, 1937, and Description of a Second Species of the Genus (doi: 10.1206/692.1), de Ken Aplin e Kris Helgen, pode ser lido em www.bioone.org/doi/full/10.1206/692.1.

 

 Fonte: Agência FAPESP – http://www.agencia.fapesp.br/materia/12525/rato-de-6-quilos-e-descoberto.htm

Código Florestal Brasileiro

Posted on July 19, 2010 at 5:10 PM Comments comments (0)

Revisão do Código Florestal motiva manifestações da comunidade científica. Pesquisadores explicam porque a proposta poderá levar a desastres ambientais de grandes proporções

  

 A revisão do Código Florestal brasileiro, em votação no Congresso Nacional, está provocando sérias preocupações na comunidade científica e suscitando diversas manifestações no Brasil e no exterior.

 

 Com uma possível aprovação do relatório que propõe mudanças na legislação ambiental, o Brasil estaria “arriscado a sofrer seu mais grave retrocesso ambiental em meio século, com consequências críticas e irreversíveis que irão além das fronteiras do país”, segundo carta redigida por pesquisadores ligados ao Programa Biota-FAPESP e publicada na sexta-feira (16/7), na revista Science.

 

 O texto é assinado por Jean Paul Metzger, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), Thomas Lewinsohn, do Departamento de Biologia Animal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Luciano Verdade e Luiz Antonio Martinelli, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena), da USP, Ricardo Ribeiro Rodrigues, do Departamento de Ciências Biológicas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, e Carlos Alfredo Joly, do Instituto de Biologia da Unicamp.

 

 As novas regras, segundo eles, reduzirão a restauração obrigatória de vegetação nativa ilegalmente desmatada desde 1965. Com isso, “as emissões de dióxido de carbono poderão aumentar substancialmente” e, a partir de simples análises da relação espécies-área, é possível prever “a extinção de mais de 100 mil espécies, uma perda massiva que invalidará qualquer comprometimento com a conservação da biodiversidade”.

 

 A comunidade científica, de acordo com o texto, foi “amplamente ignorada durante a elaboração” do relatório de revisão do Código Florestal. A mesma crítica foi apresentada em carta enviada por duas das principais instituições científicas do país, no dia 25 de junho, à Comissão Especial do Código Florestal Brasileiro na Câmara dos Deputados.

 

 Assinada por Jacob Palis e Marco Antonio Raupp, respectivamente presidentes da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC), a carta defende que o Código Florestal, embora passível de aperfeiçoamentos, é a “peça fundamental de uma legislação ambiental reconhecida com uma das mais modernas do mundo”.

 

 A reformulação do código, segundo o texto, baseia-se na “premissa errônea de que não há mais área disponível para expansão da agricultura brasileira” e “não foi feita sob a égide de uma sólida base científica, pelo contrário, a maioria da comunidade científica não foi sequer consultada e a reformulação foi pautada muito mais em interesses unilaterais de determinados setores econômicos”.

 

 Entre as consequências de uma aprovação da proposta de reformulação, a carta menciona um “aumento considerável na substituição de áreas naturais por áreas agrícolas em locais extremamente sensíveis”, a “aceleração da ocupação de áreas de risco em inúmeras cidades brasileiras”, o estímulo à “impunidade devido a ampla anistia proposta àqueles que cometeram crimes ambientais até passado recente”, um “decréscimo acentuado da biodiversidade, o aumento das emissões de carbono para a atmosfera” e o “aumento das perdas de solo por erosão com consequente assoreamento de corpos hídricos”.

 

 No dia 16 de junho, as lideranças da Câmara dos Deputados também receberam carta do geógrafo e ambientalista Aziz Nacib Ab’Sáber – professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP –, que fez duras críticas ao relatório de reformulação da legislação.

 

 Reconhecido como um dos principais conhecedores do bioma amazônico, Ab’Sáber defendeu que, “se houvesse um movimento para aprimorar o atual Código Florestal, teria que envolver o sentido mais amplo de um Código de Biodiversidades, levando em conta o complexo mosaico vegetacional de nosso território”. Segundo o geógrafo, a proposta foi apresentada anteriormente ao Governo Federal, mas a resposta era de que se tratava de “uma ideia boa mas complexa e inoportuna”.

 

 No documento, Ab’Sáber afirma que “as novas exigências do Código Florestal proposto têm um caráter de liberação excessiva e abusiva”. Segundo ele, “enquanto o mundo inteiro repugna para a diminuição radical de emissão de CO2, o projeto de reforma proposto na Câmara Federal de revisão do Código Florestal defende um processo que significará uma onda de desmatamento e emissões incontroláveis de gás carbônico”.

 Leia a matéria completa em:

 

http://www.agencia.fapesp.br/materia/12481/revisao-sem-sustentacao-cientifica.htm

 

Fonte: Agência Fapesp

O exemplo da Xylella

Posted on July 16, 2010 at 8:01 AM Comments comments (0)

Desenvolvimento da biotecnologia no Brasil é destaque na Nature, que relembra os dez anos da "iniciativa corajosa" apoiada pela FAPESP e conduzida por dezenas de pesquisadores

 

O exemplo da <i>Xylella</i>

 

 

 Há dez anos, na edição de 13 de julho de 2000, a Nature, uma das mais importantes revistas científicas no mundo, destacou em sua capa o sequenciamento da bactéria Xylella fastidiosa, bactéria causadora da clorose variegada de citros, popularmente conhecida como praga do amarelinho.

 

Era a primeira vez, em 131 anos de existência da revista, que sua capa trazia uma pesquisa feita por um grupo do Brasil. A novidade foi importante para a ciência mundial, por se tratar do primeiro sequenciamento do genoma de um fitopatógeno, um microrganismo causador de doença em plantas. Mas foi de importância ainda maior para a ciência brasileira, pelas conquistas científicas resultantes do projeto.

 

 Agora, na edição desta semana, a Nature comenta em editorial os dez anos da iniciativa, financiada pela FAPESP e conduzida por quase duas centenas de cientistas ligados à Organização para Sequenciamento e Análise de Nucleotídeos (Onsa), a rede virtual de laboratórios criada pela FAPESP em 1997.

 

 O sequenciamento da Xylella é considerado o ponto de partida do “boom da biotecnologia no Brasil pela revista, que relembra a origem do projeto, em 1997, a partir da ideia do biólogo Fernando Reinach, então professor titular do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, imediatamente apoiada pelo então diretor científico da FAPESP, José Fernando Perez.

 

 A ideia era justamente promover um salto na pesquisa em biotecnologia no Brasil por meio de uma proposta ousada: o sequenciamento do genoma de um organismo.

 

 “Para muitos cientistas da velha guarda avessos a riscos, que sabiam o quanto o país estava atrás do resto do mundo em biotecnologia, o plano parecia exageradamente ambicioso. Mas os dois [Perez e Reinach] foram em frente de modo a construir a capacidade em genômica e bioinformática da qual o Brasil não dispunha, rapidamente organizando um grupo para conduzir o projeto e escolher uma bactéria para sequenciar”, disse o editorial.

 

 “A FAPESP investiu o equivalente a US$ 12 milhões, grande parte dedicados a sequenciadores, computadores e reagentes, enquanto o grupo reuniu e treinou pesquisadores de diversas áreas para desenvolver um conjunto amplo e duradouro de habilidades e conhecimentos.”

 

 O projeto também teve apoio do Fundo Paulista de Defesa da Citricultura (Fundecitrus). A estimativa na época era que a clorose variegada de citros causasse prejuízos estimados em US$ 100 milhões anuais nas plantações brasileiras, afetando um terço dos pomares de laranja.

 

 Menos de três anos depois, os esforços foram recompensados com a conclusão do sequenciamento, mostrando que a Xylella tem quase 2,7 milhões de pares de base (nucleotídeos) em seu cromossomo, um terço a mais do que se estimava anteriormente. Muitos dos 2,9 mil genes da bactéria, cerca de um terço, não haviam sido descritos pela ciência.

 

Visibilidade mundial

 

 Segundo a Nature, dez anos depois resultados da iniciativa continuam surgindo. “A biotecnologia brasileira amadureceu ao ponto em que seus cientistas são atores no cenário internacional. E a FAPESP continua promovendo grandes ideias, incluindo um novo programa para financiar um amplo portfólio de pesquisa em bioenergia”, disse.

 

 “A FAPESP também está trabalhando para superar um dos maiores obstáculos ao progresso – a falta de pesquisadores doutores – ao encorajar cientistas a preencher as lacunas com jovens estrelas dos Estados Unidos e da Europa, parte de um esforço mais amplo para internacionalizar a ciência brasileira”, ressaltaram os editores da revista.

 

Mas a revista destaca que o boom precisa ter continuidade. “Há dez anos, a biociência brasileira foi transformada por uma iniciativa corajosa. Cientistas e o governo devem desenvolver e estender o progresso dela resultante”, afirmou.

 

“Mais esforços são necessários com a mesma disposição [das iniciativas da FAPESP]: mais atitude, mais riscos e mais empreendedorismo que coloquem a ciência pública na prática privada, uma área na qual o Brasil continua atrás.”

 

“Talvez mais do que qualquer coisa, o sequenciamento da Xylella demonstra os benefícios de pensar grande. Cientistas assumiram um projeto importante, executaram-no com precisão e publicaram os resultados em inglês em uma revista internacional de expressão. Os resultados foram divulgados pela mídia em todo o mundo. (...) A Xylella ajudou a mudar a percepção que o Brasil tinha de si mesmo, de sua capacidade e de sua posição no mundo da ciência”, destacou a Nature.

 

“Importantíssimo para a FAPESP esse reconhecimento manifestado no editorial da Nature. Ao destacar realizações, o editorial sublinha também ações em desenvolvimento. Com enorme satisfação vemos a FAPESP contribuir mais uma vez para a boa visibilidade mundial da ciência feita no Brasil”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

 

 O editorial Brazil’s biotech boom (doi:10.1038/466295a) pode ser lido em www.nature.com/nature/journal/v466/n7304/full/466295a.html.

 

Fonte:Agência FAPESP

http://www.agencia.fapesp.br/materia/12474/o-exemplo-da-xylella.htm

 

 

Inventário de moluscos

Posted on July 15, 2010 at 7:45 AM Comments comments (0)

Livro reúne informações sobre morfologia, biologia e ecologia das espécies de moluscos em São Paulo, além de mapas com áreas potenciais de ocorrências das principais zoonoses

  Um levantamento sobre a fauna de moluscos no Estado de São Paulo foi feito por pesquisadores da Divisão de Programas Especiais da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), órgão vinculado à Secretaria Estadual da Saúde.

 

 O objetivo do estudo foi inventariar a fauna malacológica de gastrópodes (como caramujos, lesmas, caracóis) de água doce e terrestres de importância para a saúde pública, além de descrever possíveis formas larvais de helmintos (parasitas) associadas a ela – malacologia é o ramo da biologia que estuda moluscos.

 

Os resultados da pesquisa deram origem ao Manual de gastrópodes límnicos e terrestres do Estado de São Paulo associados às helmintoses. O inventário fornece dados sobre a morfologia, distribuição, biologia e ecologia das espécies de moluscos, bem como identifica áreas potenciais de ocorrências de zoonoses.

 

 “O manual contém informações de interesse da saúde pública e serve como instrumento de consulta para profissionais da área da saúde e pessoas leigas que tenham interesse em obter conhecimentos mais precisos sobre os moluscos e as doenças por eles transmitidas”, disse Fernanda Pires Ohlweiler, do Laboratório de Malacologia do Sucen e coordenadora da pesquisa, à Agência FAPESP .

 

 O inventário é resultado da pesquisa, coordenada por Fernanda, intitulada “Gastrópodes límnicos e terrestres do Estado de São Paulo associados às helmitoses”, apoiada pela FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular . O livro recebeu apoio da Fundação por meio de um Auxílio à Pesquisa – Publicações.

 

 Os gastrópodes são hospedeiros intermediários de helmintos, fazendo parte do ciclo de vida desses parasitas. “O fato de muitos helmintos terem os moluscos como hospedeiros intermediários durante a fase larvária os torna importante fonte de infecção para o homem e outros animais”, explicou.

 

 Segundo Fernanda, um dos objetivos do estudo é auxiliar no controle e na vigilância de doenças transmitidas ao homem por moluscos, principalmente com relação à esquistossomose mansônica (transmitida pelo Schistosoma mansoni).

 

 O inventário foi realizado a partir de coletas realizadas em coleções hídricas e seu entorno, bem como em ambientes urbanos dos municípios paulistas.

 

 Para atualizar e ampliar o inventário as foram obtidas informações a partir de dados bibliográficos e de coleções malacológicas como da Sucen, Museu de Ciências e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul, Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotônica do Rio Grande do Sul e Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo.

 

 O estudo gerou mapas de distribuição geográfica no Estado de São Paulo. “A falta de investigação malacológica e a ausência de monitoramento das áreas de ocorrência, associadas a não notificação de casos pelo sistema de vigilância epidemiológica, contribuem para a subestimação de dados de prevalência das doenças no Estado”, destaca.

 

 A distribuição dos moluscos é bastante ampla, podendo ser encontrada em ambientes naturais e antrópicos. “Um exemplo importante é o molusco terrestre Achatina fulica, de origem africana, que tem distribuição bastante abrangente, podendo ocorrer em vários países, inclusive no Brasil. Inicialmente, a espécie era encontrada em ambientes antrópicos e, em vista da saturação dessas áreas, passou a invadir ambientes naturais”, disse.

 

 A espécie é uma ameaça à fauna nativa, praga agrícola e de interesse epidemiológico, por ser hospedeira intermediária de nematódeos. Segundo a pesquisadora, a presença da Achatina fulica no Brasil é alarmante, tanto pelos prejuízos causados à agricultura como para a saúde pública, uma vez que a espécie tem se adaptado perfeitamente às condições ambientais no país.

 

 “Mesmo que nenhum caso autóctone de angiostrongilíases (angiostrongilíase abdominal e meningoencefalite eosinofílica) registrado no Brasil seja de responsabilidade da Achatina fulica, deve-se ampliar a vigilância a fim de se evitar a possível instalação de focos destas parasitoses no país por responsabilidade deste molusco”, alertou.

 

 A angiostrongilíase abdominal, segundo a pesquisadora, causa dores abdominais, febre prolongada, falta de apetite e vômitos. “Além disso, pode provocar perfuração intestinal, hemorragia abdominal e infecções que podem levar à morte”, disse.

 

 Já a meningoencefalite eosinofílica provoca cefaleia, rigidez da nuca e em alguns casos paralisia temporária. Possui, normalmente, curso benigno, raramente levando ao óbito.

 

 Com relação à Achatina fulica existe registro da espécie portando larvas de Angiostrongylus cantonensis no município de São Vicente.

“Os moluscos têm uma distribuição bastante dispersa no Estado de São Paulo, existindo ainda muitas lacunas a serem preenchidas, principalmente com relação aos terrestres”, disse Fernanda.

 

 Com relação às parasitoses, a esquistossomose (causada pela Biomphalaria glabrata) é responsável por focos da doença na bacia do rio Paranapanema, no oeste do Estado.

 

“Os focos de esquistossomose, por responsabilidade da Biomphalaria tenagophila, são mais recorrentes no Vale do Ribeira, Baixada Santista e no Vale do Rio Paraíba do Sul. O único registro da espécie Biomphalaria straminea portando larvas do parasita foi no município de Cruzeiro”, indicou.

 

 Devido às lacunas existentes com relação à distribuição dos moluscos no Estado de São Paulo, o grupo está realizando agora um inquérito malacológico na região da Grande São Paulo, que abrange 39 municípios.

 

O atual projeto, intitulado “Diversidade da malacofauna de importância epidemiológica na grande São Paulo”, tem apoio da FAPESP, na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular, e conclusão prevista para abril de 2011.

 

 O livro Manual de gastrópodes límnicos e terrestres do Estado de São Paulo associados às helmintoses custa R$ 40 incluídas despesas de envio ou R$ 35 se não houver taxas de correio. A obra pode ser solicitada pelo e-mail fernanda@sucen.sp.gov.br ou pelo telefone (11) 3812 – 4859 – ramal 225.

Fonte: Agência FAPESP - Alex Sander Alcântara

http://www.agencia.fapesp.br/materia/12468/inventario-de-moluscos.htm

 

TOP 5 - Os 5 videos mais espetaculares do cacador de serpentes

Posted on June 19, 2010 at 5:40 PM Comments comments (2)

Austin Stevens: The Snake Man


Conheça a incrível trajetória de Austin Stevens, o herpetologista, fotógrafo de vida selvagem, escritor e apresentador que arrisca a própria vida em busca dos répteis mais fascinantes do mundo


Austin James Stevens tornou-se conhecido mundialmente por apresentar diversos documentários de vida selvagem, especialmente sobre cobras.

 

Austin nasceu em 19 de maio de 1950, em Pretória, África do Sul, onde cresceu e foi educado. Desde cedo Austin apresentava interesse pela vida selvagem e, aos dezesseis anos já possuía uma extensa coleção de répteis peçonhentos e não peçonhentos.

 

Já no exército, Austin era encarregado por remover cobras de trincheiras e postos de metralhadora, para torná-los seguros para os seus companheiros poderem trabalhar. E foi nessa função que Austin foi picado e chegou a um estado de coma, mas felizmente os médicos finalmente salvaram sua mão de uma amputação, após uma batalha de três meses de luta contra os efeitos do veneno.

 

Devido a sua habilidade com as serpentes, Austin passou a trabalhar como curador em parques e centros de répteis da África e da Alemanha.

 

Austin também estabeleceu um recorde no Guinness World Record, onde permaneceu em recipiente de vidro de 3 x 4 m, com 36 cobras venenosas, incluindo mambas negras, por um período de sete dias e sete noites. Ele realizou este feito incrível, a fim de arrecadar dinheiro para a compra de uma companheira para a Kaiser, macho solitário do Parque Africano Mountain Gorilla. Os detalhes deste recorde foram publicados no Guinness Book of Animal Records. As especificações e condições deste registro nunca foram repetidas ou quebradas novamente.

 

A progressão natural do interesse de Austin pela fotografia de vida selvagem culminou com sua passagem para o cinema de vida selvagem.

 

O sucesso das produções de Austin atraiu a atenção do Animal Planet E.U.A. Uma dessas séries, intitulada “Austin Stevens Snakemaster”, foi apresentada em diversos países ao redor do mundo, exibindo os mais perigosos, os maiores e mais belos répteis do planeta.

 

Em agosto de 2007, Austin começou a filmar seu segundo documentário de 12 episódios para a televisão, Austin Stevens Adventures 2, em colaboração com Cineflix Canadá, Reino Unido, Channel 5 e Discovery Channel. A série revelou encontros emocionantes com os animais selvagens e levou os espectadores a alguns dos lugares mais espetaculares do planeta. As filmagens da série foram concluídas em julho de 2009.

 

Os livros “Snakes In My Bed” e “The Last Snakeman”, de autoria de Austin, foram publicados em 1992 e 2007, respectivamente.

 

Dentre as câmeras utilizadas por Austin Stevens em suas expedições, destacam-se a Samsung GX-10, Canon EOS 50E e a Canon EOS 350D.

 

 

1 – À procura do Dragão de Komodo (Varanus komodoensis) (In search of the Komodo Dragon)

 

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2 – Cobra Rei Gigante (Ophiophagus hannah) - (Giant King Cobra)

 

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3 – Austin Stevens fica face a face com a víbora cabeça de lança (Bothrops asper) (Austin Stevens comes face to face with a Lancehead Viper)

 

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4 - Mamba Negra (Dendroaspis polylepis) no deserto da Namíbia (Black Mamba in the Namibian desert)

 

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5 – Austin Stevens atacado por uma Sucuri (Eunectes sp.) (Austin Stevens Attack by the anaconda)

 

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Conheça mais sobre o trabalho de Austin Stevens em seu website oficial: www.austinstevens.net

 

Se sua intenção era saber mais sobre Steve Irwin "O Caçador de Crocodilos", que morreu em 2006, clique aqui.

 

Biota-FAPESP é destaque na Science

Posted on June 11, 2010 at 8:50 AM Comments comments (0)

Revista Science publica balanço dos primeiros dez anos do programa, que teve 94 projetos de pesquisa e a descrição de mais de 1,8 mil novas espécies, além de embasar políticas públicas para a conservação da biodiversidade

 

O artigo Biodiversity Conservation Research, Training, and Policy in São Paulo, assinado pelos coordenadores do Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Recuperação e Uso Sustentável da Biodiversidade do Estado de São Paulo (Biota), destaca como a pesquisa em biodiversidade pode combinar o avanço do conhecimento e a formação de especialistas com o aperfeiçoamento de políticas públicas, de modo a ampliar o seu impacto.

 

“Trata-se de um reconhecimento internacional da qualidade da pesquisa brasileira”, disse Carlos Alfredo Joly, coordenador geral do programa e professor do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas, à Agência FAPESP.

 

O texto faz um breve histórico do programa e descreve a sua abrangência multidisciplinar, que percorre diversas áreas do conhecimento, como a taxonomia, a filogenia, a biogeografia, a ecologia e a bioprospecção, além de efetuar estudos sobre a restauração, a preservação e o uso sustentável da biodiversidade no Estado de São Paulo.

 

Desde março de 1999, quando foi lançado oficialmente, os cientistas ligados ao Biota já conduziram 94 projetos de pesquisa, descreveram mais de 1,8 mil novas espécies e levantaram informações sobre outras 12 mil.

 

“A publicação do artigo na prestigiosa revista Science reitera o sucesso da FAPESP em seu trabalho de apoio à pesquisa, sua visão estratégica e sua autonomia administrativa, que permite investimentos em projetos de longo prazo e ampla abrangência”, disse Joly.

 

Leia a matéria completa em:  http://www.agencia.fapesp.br/materia/12306/especiais/biota-fapesp-e-destaque-na-science.htm

Compactas: Canon apresenta a primeira camera da linha ELPH com sensor de alta sensibilidade e lente f/2.0

Posted on May 29, 2010 at 8:05 AM Comments comments (0)

Sensor CMOS retroiluminado de 10 megapixels e gravação de vídeos em HD complementam as principais características do produto

 

 

A Canon Latin America Inc. anuncia mais um lançamento da série PowerShot Digital ELPH: a Canon PowerShot SD4000 IS Digital ELPH. A câmera é a primeira da linha a oferecer HS System (Sistema de Alta Sensibilidade), com sensor CMOS e lente f/2.0.

 

 A câmera traz função para gravação de vídeos em Alta Definição (HD) e novo sensor CMOS retroiluminado de 10 megapixels que, em conjunto com o Processador de Imagem DIGIC 4 da Canon, cria o HS System para melhorar a qualidade da imagem em situações de pouca luz e diminuir o ruído nas imagens capturadas em ISO elevados.

 

Enquanto o LCD com sistema Pure Color de 3 polegadas mostra imagens e menus com facilidade, o zoom óptico de 3.8X com estabilizador óptico de imagens auxilia na captura de detalhes. O produto conta também com novos modos de cenas “Efeito Miniatura” e “Efeito Olho de Peixe” e apresenta tecnologia Smart Shutter, que tira fotos automaticamente quando a pessoa sorri ou pisca. Para os interessados em design, a SD4000 IS PowerShot apresenta curvas bem trabalhadas, textura e aparência moderna

 

Junto ao HS System, a lente f/2.0 permite maior entrada de luz, o que resulta em velocidades mais altas do obturador e reduz ainda mais o efeito de trepidação da câmera, além de aumentar a qualidade e nitidez da imagem. Com essa combinação, os usuários também podem tirar fotos sem flash, com resultados mais naturais e maior profundidade de campo. 

 

A SD4000 IS possui a mais rápida velocidade de disparo contínuo já oferecida em uma câmera da linha Canon PowerShot Digital ELPH: 8,4 quadros por segundo (fps), e tem abertura do obturador e controles que permitem maior flexibilidade e controle criativo.

 

“Com o lançamento da nova PowerShot SD4000 IS, a Canon coloca o poder da fotografia de alta qualidade em um corpo super compacto para ampliar a experiência e qualidade percebida pelos clientes ao utilizar o equipamento”, disse Taro Maruyama, presidente da Canon Latin America. “As duas funções no HS System possibilitam ao consumidor capturar imagens mais claras em qualquer cenário, resultando em imagens mais profissionais.”

 

A função para gravação de vídeos em HD é uma das mais interessantes e permite aos usuários comporem vídeos de forma criativa. Clientes podem se divertir mais na gravação de filmes usando a função “Minhas Cores”, que oferece troca e acentuação de cores. Além disso, o conteúdo de vídeo é facilmente transferido da câmara por meio de um cabo USB e pode ser facilmente reproduzido em HDTV via saída HDMI. Com a função Filme em Super Câmera Lenta, é possível gravar vídeos em alta resolução que podem ser assistidos em câmera lenta.

 

Disponível nas cores vermelha, preta, prata e branca, a câmera é compatível com memory cards SDXC e tem capacidade máxima de 2 terabytes (TB). A previsão de chegada no mercado brasileiro é para Julho.

 

 

 

Fonte: S2 Comunicação Integrada  http://www.s2.com.br/ReleaseTexto.aspx?press_release_id=23685

Reis da savana

Posted on May 26, 2010 at 9:47 PM Comments comments (0)

Nem leão, nem elefante. Segundo nova pesquisa, os animais mais importantes para o bioma africano são os pequenos cupins, que estimulam a produtividade vegetal e animal

 Leões? Elefantes? Girafas? Nenhum deles. Os majestosos animais mais frequentemente associados com a savana africana não têm um papel tão importante quando o assunto é a importância para o ecossistema.

 

Pelo menos não tanto como a do verdadeiro rei da savana nesse caso, que é o modesto cupim. Segundo uma nova pesquisa, o pequeno inseto contribui enormemente para a produtividade do solo por meio de uma rede de colônias uniformemente distribuídas.

 

Os cupinzeiros estimulam de modo importante a produtividade vegetal e animal em nível local, enquanto que sua distribuição por uma área maior maximiza a produtividade do ecossistema como um todo, indicam os pesquisadores.

 

A conclusão do estudo, publicado na revista de acesso livre PLoS Biology, confirma uma abordagem conhecida da ecologia de populações: frequentemente são as menores coisas que importam mais.

 

“Não são os predadores carismáticos – como leões e leopardos – que exercem os maiores controles em populações. Em muitos aspectos, são os pequenos personagens que controlam o cenário. No caso da savana, aparentemente os cupins têm uma tremenda influência e são fundamentais para o funcionamento do ecossistema”, disse Robert Pringle, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, um dos autores da pesquisa.

 

Os cupinzeiros estudados no Quênia central têm cerca de 10 metros de diâmetro e se encontram distribuídos com distâncias de 60 a 100 metros entre eles. Cada estrutura abriga milhões de insetos e são muitas vezes centenárias.

Depois de observar um número inesperado de lagartos nas vizinhanças de cupinzeiros, Pringle e colegas passaram a quantificar a produtividade ecológica relativa à densidade da estrutura.

 

Os pesquisadores observaram que cada cupinzeiro dava suporte a densas agregações de flora e de fauna. Plantas cresciam mais rapidamente quando estavam mais próximas aos montes e as populações de animais e as taxas de reprodução diminuíam à medida que se afastavam dos mesmos.

 

O que os pesquisadores observaram em campo foi ainda mais fácil de perceber por meio de imagens feitas por satélite. Cada cupinzeiro se encontrava no centro de uma “explosão de produtividade floral”.

 

O mais curioso é que essas manifestações de produtividade são organizadas, distribuídas uniformemente como se fossem as casas de um tabuleiro de xadrez.

 

O resultado é a formação de uma “rede otimizada de plantas e animais intimamente ligados à distribuição ordenada dos cupinzeiros”, segundo Pringle.

Os cientistas estão estudando os mecanismos que levam à distribuição centrada nos cupinzeiros. Uma suspeita é que os cupins distribuem nutrientes, como fósforo e nitrogênio, que beneficiam a fertilidade do solo.

 

“Cupins costumam ser vistos como pragas e ameaças à produção agrícola, mas a produtividade – tanto em cenários selvagens como dominados pelo homem – pode ser muito mais intrincada do que se estimava”, disse Pringle.

O artigo Spatial Pattern Enhances Ecosystem Functioning in an African Savanna (PLoS Biol 8(5): e1000377.doi:10.1371/journal.pbio.1000377), de Robert Pringle e outros, pode ser lido em http://biology.plosjournals.org.

 

 

Fonte: Agência FAPESP – http://www.agencia.fapesp.br/materia/12238/reis-da-savana.htm

 

EOS 7D o novo modelo da linha de cameras DSLR da Canon

Posted on May 8, 2010 at 7:45 PM Comments comments (0)

Disparo contínuo de oito quadros por segundo, 18 megapixels de resolução e gravação de vídeos de alta definição são algumas das funcionalidades

A Canon Latin America, Inc., uma das líderes em imagens digitais, apresenta a Canon EOS 7D Digital SLR. Com recursos inéditos, a câmera fotografa em oito quadros por segundo (fps), tem novo modo focal AF Zone e grava vídeos em Full HD de 24p.

  

O modelo 7D apresenta sistema de autofoco em 19 pontos, sistema de medição Canon iFCL (foco inteligente, cor, luz) e visor inteligente. Um sensor CMOS Canon de 18 megapixels e duplo processador de imagens DIGIC 4 permitem a conversão de dados 14-bit A/D, além de congelar imagens em movimento em alta resolução, com disparo de oito quadros por segundo. Além de capturar imagens com pouca luz, com ou sem flash, devido às diferentes velocidades de ISO, de 100-6400 (expansível a 12800), grava vídeos em resolução Full HD (1920 x 1080) com velocidade (em quadros por segundo) selecionáveis de 24p, 25p ou 30p.

 

 

 

“A EOS 7D representa um novo capítulo na fotografia digital e no desenvolvimento de produtos Canon. Esta câmera pode ser considerada como a mais funcional e inovadora lançada até hoje, reunindo as melhores funcionalidades profissionais, atendendo a solicitações de usuários, e com preço acessível”, disse Akihiro Matsumaru, presidente da Canon Latin America, Inc..

 

Novo sistema autofoco

 

Completamente redesenhado, o sistema inclui novo eixo transversal tipo 19-point AF, que espalha os pontos de focagem, de maneira uniforme, por todo o plano da imagem e os mostra no visor inteligente da câmera. Todos os 19 pontos são f/5.6-sensíveis para foco horizontal e vertical, ao mesmo tempo em que o ponto central AF adiciona precisão à sensibilidade diagonal para f/2.8 e aberturas de lentes maiores.

A Canon EOS 7D é a primeira EOS SLR a oferecer 19 pontos de foco cruzados, que continuam funcionais com aberturas máximas, como de f/5.6, e levam a performance do sistema AF para situações como esportes de alta velocidade ou ocasiões de pouca luz.

 

Entre os modos de seleção AF disponíveis estão: Spot AF, que reduz o tamanho de um único ponto AF para focar em pequenos detalhes; Modo Expansão AF, que utiliza um conjunto de pontos AF adjacentes ao ponto AF selecionado automaticamente para ajudar a focar temas em movimento, como um atleta durante uma corrida; Zona AF, que divide os 19 pontos AF em cinco zonas selecionáveis de focagem, e torna mais fácil conseguir foco em imagens difíceis de detectar com Single Point AF ou com expansão de ponto de AF, como pássaros durante o vôo.

 

Outras melhorias no AF abrangem uma nova sequência de seleção de pontos que permite ao usuário escolher qualquer um dos 19 pontos AF como partida para localizar objetos em movimento no modo AI Servo (Modelos EOS anteriores exigiam que o ponto principal da foto fosse localizada primeiramente pelo ponto de centro de focagem). Se há movimento, a câmera continuará a acompanhá-lo com os pontos remanescentes e mostrará o ponto de focagem ativo no visor. Além disso, um recurso que economiza tempo é o AF Point Switching, que possibilita selecionar e registrar um ponto de AF para as composições horizontais e outro para fotografias verticais, ideal para estúdio e retratos.

 

O sistema de medição de exposição da 7D também foi completamente reprojetado e agora possui sensor de medição 63-zone dual-layer capaz de captar iluminação e cor para bons resultados em qualquer condição de luz, mantendo os níveis de exposição estáveis, mesmo com alterações de fontes de iluminação.

 

O novo visor inteligente da Canon utiliza cobertura de cristal líquido para visualização precisa dos pontos de focagem e zonas, linhas de grade sob demanda e um círculo de medição pontual. O visor da 7D possui grande pentaprisma de vidro com revestimento antireflexo para maximizar a claridade e oferecer mais brilho. O visor tem possibilidade de ampliação de 1.0x com cobertura de 100% para composição precisa e controle de detalhes.

 

Filmes em HD: o mundo da videografia

 

A Canon EOS 7D captura vídeos em Full HD com funcionalidades como controle de exposição manual e velocidade selecionável (em quadros por segundo cinemáticos) para os sistemas NTSC (National Television System Committee) e PAL (Phase Altering Line).

 

Compatível com mais de 60 lentes Canon EF e EF-S, a EOS 7D permite aproveitar os grandes sensores CMOS para oferecer a composição de quadro que os fotógrafos desejam. As tecnologias Canon, como o processador Dual DIGIC 4 e o grande sensor CMOS APS-C, também ajudam a melhorar a reprodução de cores, profundidade e detalhes até mesmo em condições de pouca luz. A câmera tem três modos de gravação de vídeo: Full HD e HD em formato 16:9 e standard, em formato 4:3, todos com velocidade selecionáveis.

A 7D grava em Full HD (1920 x 1080 pixels) a velocidades (em quadros por segundo) de 24p (23,976), 25p ou 30p (29,97); em HD (720p), grava em 50p ou 60p (59,94) e, em Standard, com 50p ou 60p (59,94). Apresenta ainda botão dedicado para iniciar exibição ao vivo de vídeos e foto digital. Uma vez utilizado, o mesmo botão inicia e pára a gravação de vídeo. Assim como a EOS 5D Mark II, oferece aos usuários a capacidade de usar microfone estéreo externo para efeitos profissionais de áudio ou um microfone mono embutido, por conveniência.

 

Uma nova ferramenta útil para fotografias de arquitetura ou paisagem, onde ângulos e perspectivas são mais críticas, o nivelador eletrônico duplo da Canon proporciona um horizonte artificial sobre a imagem na tela LCD, em Live View, ou no visor iluminado, usando pontos AF para nivelamento mais fácil durante filmagens. O nivelador eletrônico duplo mostra tanto a rolagem horizontal como a vertical, tornando mais fácil identificar quando a câmera está em uma posição em nível fixo e pronta para gravar e fotografar.

 

As funcionalidades de flash automático da EOS 7D incluem um transmissor Speedlite integrado para controle de múltiplos flashes EOS Speedlites externos sem a necessidade de um transmissor especial. Esta opção sem fio é uma solução compacta e econômica para cenários e objetos com diferentes configurações de flash.

Já a função Intelligent Macro Tracking ajuda a reduzir a desfocagem durante disparos macro a partir do reconhecimento de uma lente macro acoplada, ajustando automaticamente a frequência de amostragem do AI Servo. Este ajuste do AI Servo considera movimentos da câmera para frente e para trás, uma ocorrência comum ao se aproximar do objeto ao fotografar.

 

Com a câmera em mãos, é possível sentir as melhorias na ergonomia com novo design de corpo, curvas contínuas, e uma empunhadura modificada para ajustar melhor à mão do usuário. Possui também um botão para Quick Control, que abre um simples menu de navegação na tela LCD da câmera no qual o usuário pode ajustar configurações de acordo com sua preferência. Outra novidade é o botão de alternância RAW / JPEG, que oferece disparo rápido em formato duplo, permitindo aos fotógrafos adicionar rapidamente, com apenas um clique, grandes arquivos em formatos JPEG ou RAW para o seu modo já selecionado.

 

A Canon EOS 7D conta com tela de LCD de 3 polegadas com tecnologia Clear View II, cores vivas e resolução VGA de 920.000 pontos para melhor clareza na visualização de imagens. Os nove selos internos aumentam a resistência climática, e sua longevidade testada para até 150 mil disparos atendem as necessidades de profissionais em qualquer tipo de fotografia.

 

 

Preço: R$ 5.999,00, só o corpo.

 

 

 

Fonte: S2 Comunicação Integrada http://www.s2.com.br/ReleaseTexto.aspx?press_release_id=23114

 

 

Bioindicadores: luzes de alerta no Cerrado

Posted on May 6, 2010 at 7:00 PM Comments comments (0)

Desaparecimento de várias espécies de vaga-lumes no Planalto Central indica grau de degradação do Cerrado

Milhares de minúsculos pontos de luz brilhavam sobre dezenas de cupinzeiros que cobriam a pastagem, aparentando ser uma cidade à noite, em um espetáculo luminoso em meio à escuridão da noite do Cerrado.

Tais luzes, comuns há alguns anos no Planalto Central, desapareceram quase que totalmente. Plantações de soja tomaram conta dos pastos e eliminaram os cupinzeiros, que ficaram restritos às áreas de preservação do Parque Nacional das Emas, onde são mais raros e estão encobertos pela vegetação. Mas o mais grave é que a fonte das luzes, larvas de espécies de vaga-lumes, tem desaparecido ao longo dos anos, e tamanho dano se estende até o norte de Tocantins.

A constatação é do professor Vadim Viviani, coordenador do grupo de Bioluminescência e Biofotônica da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) no campus de Sorocaba, que há mais de 20 anos visita a região do Parque Nacional das Emas, no sudoeste do Estado de Goiás, para estudar os pirilampos.

“Visitamos regularmente a região na década de 1990. Depois, nas recentes expedições de 2008 e 2009, para nossa surpresa não encontramos mais várias espécies de vaga-lumes. De maneira geral, todas as populações desses insetos diminuíram drasticamente na região”, disse à Agência FAPESP.

Há pouco mais de uma década, era possível apreciar os cupinzeiros luminescentes na região do entorno do parque. O fenômeno tem como causa uma relação de mutualismo entre espécies específicas de cupins e de vaga-lumes da espécie Pyrearinus termitilluminans. As luzes são emitidas pelas larvas dos vaga-lumes em túneis na superfície do cupinzeiro.

“É um espetáculo único no mundo, só visto no Planalto Central e em algumas regiões da Amazônia, e possui um grande potencial turístico”, aponta Viviani. O pesquisador cita exemplos de faunas bioluminescentes que movimentam a indústria do turismo em outras regiões, como a Nova Zelândia, que promove excursões a grutas forradas de larvas que emitem uma luz azulada, ou o Caribe, cujas algas luminosas atraem mergulhadores.

“Os cupinzeiros luminescentes do Brasil são mais conhecidos no exterior. As emissoras BBC, do Reino Unido, e NHK, do Japão, por exemplo, já fizeram especiais sobre o assunto. Por aqui, a Rede Globo chegou a fazer também”, disse Viviani.

Além dos montes luminosos, o avanço das plantações sobre as pastagens também vitimou espécies raras de vaga-lumes, como as da família Phengodidae, conhecida popularmente como “trenzinhos”, por emitir luzes de cores diferentes ao longo do corpo, similarmente a um trem visto à noite.

“O professor Etelvino José Henriques Bechara [do Instituto de Química da Universidade de São Paulo] participou ativamente do esforço de alertar as autoridades sobre o assunto na década de 1980 e 1990, quando ainda existiam cupinzeiros fora da área do parque”, disse.

“A Mastinomorphus, uma das espécies mais raras dessa família, emite uma luz laranja no corpo inteiro, como uma verdadeira lagarta de fogo”, disse o pesquisador da UFSCar. Nenhum exemplar dessa família foi detectado nos dois últimos anos por seu grupo.

Perdas maiores

Viviani, que também é coordenador do projeto “Coleópteros bioluminescentes da Mata Atlântica: biodiversidade e uso como bioindicadores de impacto ambiental”, ligado ao programa Biota-FAPESP, afirma que o desaparecimento dos vaga-lumes é sintoma de uma degradação ambiental muito mais ampla.

“Também pudemos perceber que nascentes de rios importantes localizadas no Planalto Central não estão dentro de áreas de proteção. Muitas foram desmatadas e pelo menos em uma vimos que o solo erodiu”, disse. As nascentes deveriam estar em áreas de proteção ambiental.

Segundo o pesquisador, a redução da biodiversidade também traz prejuízos financeiros ao país, que perde um patrimônio importante composto por substâncias presentes em espécies animais e vegetais que podem ser úteis em várias aplicações.

Os vaga-lumes são responsáveis por patentes registradas no Brasil e no Japão de produtos desenvolvidos pelo grupo de Viviani a partir do estudo com os insetos bioluminescentes.

Um dos mais interessantes é o da utilização da enzima luciferase, responsável pela luz dos pirilampos, como biossensor para a detecção de agentes microbicidas e toxicidade. Esse projeto contou com apoio da FAPESP por meio do Programa de Apoio à Propriedade Intelectual (PAPI).

A luciferase é capaz de detectar substâncias tóxicas e apresentar uma resposta visual na análise feita. “Se a luciferase se apaga é sinal da presença de uma toxina”, disse Viviani, que ressaltou que a patente resultante desse projeto gerou o depósito de outras duas.

A aplicação mais promissora da enzima luminosa é o acompanhamento do crescimento celular e a detecção de metástases. Por ela também é possível o estudo de expressão dos genes no interior celular. “É possível ver quais genes estão ligados e quais estão desligados em funções ocorridas dentro da célula. Já existem kits que fazem uso das luciferases para essa finalidade”, disse.

Um dos objetivos atuais da equipe de Viviani é aperfeiçoar a luciferase tornando-a mais utilizável para fins biotecnológicos. O professor da UFSCar explica que nos insetos as enzimas trabalham em temperaturas em torno de 20º C, enquanto que as células de mamíferos atuam na faixa dos 37º C. Por conta disso, a enzima deve ser estabilizada e ter cores modificadas a fim de responder adequadamente dentro do novo organismo.

A redução das populações de vaga-lumes é um obstáculo a essas pesquisas e um empecilho a novas descobertas. Viviani lembra ainda que esses insetos têm sofrido os efeitos da iluminação artificial que vem se espalhando pelo planeta desde o século 19.

“O ambiente noturno iluminado artificialmente causa impactos ecológicos sutis e os vaga-lumes são os primeiros a senti-los”, disse, citando a contribuição para o tema do livro Antes que os vaga-lumes desapareçam – A influência da iluminação artificial sobre o ambiente, de Alessandro Barghini, pesquisador do Instituto de Eletrotécnica e Energia e do Laboratório de Estudos Evolutivos do Instituto de Biociências (IB) da Universidade de São Paulo (USP), lançado recentemente.

As pesquisas realizadas no entorno de cidades também indicam a redução das populações de vaga-lumes. De cerca de 20 espécies encontradas há poucos anos nas áreas de Campinas e Sorocaba, hoje os pesquisadores da UFSCar só identificam duas.

Com o crescimento das cidades, sobraram aos vaga-lumes as áreas rurais, que também vêm sendo degradadas. “Há anos estamos dizendo que a ocupação desorganizada do campo está afetando dramaticamente a natureza.”

“Se nenhuma atitude séria for tomada, ninguém conseguirá aproveitar mais esses recursos naturais importantes”, alertou o pesquisador. Viviani estima que existam mais de 2 mil espécies de vaga-lumes no Brasil, das quais somente cerca de 500 estão catalogadas e talvez muitas já tenham desaparecido.

“O mais grave é que o desaparecimento dessas espécies representa um desastre ambiental silencioso. Poucos sabem da importância das moléculas de vaga-lumes em biomedicina e em biotecnologia nos dias de hoje”, afirmou o pesquisador.

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Luzes de alerta

(foto: divulgação)

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Fonte: Agência FAPESP http://www.agencia.fapesp.br/materia/12138/luzes-de-alerta.htm

Veja a supercamera digital que faz 10 fotos por segundo

Posted on May 5, 2010 at 7:20 PM Comments comments (0)

A nova Canon EOS-1D Mark IV conta com um sistema de autofoco de 45 pontos completamente redesenhado, disparo contínuo ultra-rápido de 10 fotos por segundo, resolução de 16 megapixels, extraordinária sensibilidade ISO, e gravação completa de vídeo de alta definição (Full HD)

A Canon Latin America, Inc., uma das líderes em imagens digitais, anuncia o lançamento da Canon EOS-1D Mark IV DSLR (Digital Single Lens Reflex). A câmera oferece sensor CMOS de 16-megapixel, duplo processador de imagens DIGIC 4 e conversão A/D de 14-bit a uma velocidade de dez frames por segundo (fps), além da maior variedade de ISO já oferecida pela Canon e funcionalidade para gravação de vídeo em Full HD (1080p) com velocidade selecionável em quadros por segundo. Todas estas funcionalidades estão integradas num corpo de maior resistência e durabilidade.

O principal diferencial do modelo é o novo sistema autofoco, que começa com 45 pontos AF, incluindo 39 pontos de foco tipo cruz de alta precisão, capazes de capturar imagens de atletas em alta velocidade ou de animais na natureza, por exemplo. Com a grande capacidade de detectar imagens somada ao redesenhado algoritmo de foco AI Servo II AF, o equipamento atende a diferentes necessidades dos fotógrafos.

“A Canon se esforça para ser líder e este objetivo alimenta os esforços de inovação e de pesquisa. Estamos orgulhosos em anunciar que esta câmera proporciona o máximo de qualidade para profissionais de todas as áreas de imagem multimídia, sendo para fotos de ação, fotojornalismo ou produção de vídeos e cinema em HD”, explica Akihiro Matsumaru, presidente da Canon Latin America, Inc e diretor da divisão de Produtos de Imagem para o Consumidor.

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Novo sistema autofoco 45-Point

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Com mais que o dobro de pontos de foco tipo cruz que os disponíveis na EOS-1D Mark III e um novo sensor AF que melhora o desempenho em ambientes com pouca luz, a EOS-1D Mark IV possui melhor capacidade de detecção de objetos do que todos os modelos EOS lançados anteriormente. Com o desenvolvimento do novo algoritmo de foco AI Servo II AF, também aprimorou significantemente a estabilidade com melhor tomada de decisão de foco em diferentes condições de disparo.

Desempenho do ISO

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As configurações de velocidade de ISO da EOS-1D Mark IV variam de 100 até 12800 em 1/3 ou 1/2 f/stop com funcionalidade de expansão de ISO de L:50 para luzes claras ou de H1: 25600, H2: 51200, e H3: 102400 para situações de pouca luz.

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Gravação de vídeos em Full HD

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Dando continuidade ao aprimoramento da tecnologia Canon para gravação de vídeos, a EOS-1D Mark IV Digital SLR grava em Full HD e tem controle manual total de exposição, além de velocidade selecionável (em quadros por segundo) com um sensor de imagem tamanho APS-H totalmente novo e similar, em tamanho, ao filme de Super 35mm. O grande sensor auxilia os cinegrafistas a alcançar resultados com uma profundidade de campo plana, assim como os alcançados por cineastas que utilizam equipamentos de custo muito mais elevados.

As mais de 50 lentes EF compatíveis com a EOS-1D Mark IV dão opções muito criativas para os cinegrafistas, incluindo uma seleção de lentes profissionais da Série L de grande abertura e de lentes zoom, macro, Tilt-Shift e Fisheye. O novo modelo também permite gravar em três diferentes resoluções: 1080p Full HD e 720p HD com aspect ratio (relação entre a altura e a largura da imagem) de 16:9 e padrão (SD) com aspect ratio de 4:3. Com esta câmera, é possível gravar em HD em 1920 x 1080 com velocidades selecionáveis de 24p (23.976), 25p, ou 30p (29.97); e 720p HD ou gravação de vídeo SD em 50p ou 60p (59.94), em padrões NTSC ou PAL. O som será capturado por meio de um microfone monaural interno ou via microfones externos opcionais. A câmera também oferece uma função para edição no próprio equipamento, permitindo ao usuário remover o começo ou o final de um clipe diretamente na máquina, eliminando gravações indesejadas e agilizando o processo de pós-produção.

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Qualidade de imagem e desempenho

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O recém-desenvolvido sensor de CMOS de 16.1-megapixel CMOS conta com a mais avançada tecnologia Canon, que usa a construção em fotodiodo para incrementar a variação dinâmica e microlentes de grande precisão que estão posicionados perto dos fotodiodos para aprimorar a eficiência na captura de luz. A qualidade transmissível da variedade de filtros em cores também foi aprimorada para melhorar a sensibilidade, além de aperfeiçoar os circuitos do sensor para a redução de ruídos antes da informação da imagem ser exportada do sensor CMOS para o resto da corrente de processamento de imagem.

Com 60% mais pixels que a EOS-1D Mark III, a EOS-1D Mark IV Digital SLR conta com dois processadores de imagens DIGIC 4, com aproximadamente seis vezes mais poder que o DIGIC III para conversão 14-bit A/D em 10 fps. Disparo contínuo de alta velocidade de até 121 JPEGs grandes também é possível, utilizando um cartão de memória UDMA CF. A câmera apresenta três modos de disparo RAW para versatilidade com Full RAW (16 milhões de pixels aproximadamente), M-RAW (nove milhões de pixels aproximadamente), e S-RAW (aproximadamente quatro milhões pixels aproximadamente). Outros três formatos de gravação JPEG (M1, M2 e Small) também podem ser utilizados.

A conversão de 14-bit por canal, facilitado pelos processadores DIGIC 4, proporciona tonalidades mais suaves nas imagens, capturando 16.384 diferentes tons em cada canal (vermelho, verde e azul) a uma velocidade de 10 fps. A captura de imagens RAW na nova Canon EOS-1D Mark IV utiliza o espaço completo de 14 bits ao converter arquivos TIFF de 16-bit no software Canon Digital Photo Professional (DPP), que é oferecido junto à câmera sem custo adicional. A conversão 14-bit A/D é também a base para a funcionalidade de Prioridade de Tons de Altas Luzes da Canon, que aproveita ao máximo a vantagem da variação dinâmica da câmera para preservar os detalhes em áreas destacadas da imagem. A EOS-1D Mark IV Digital SLR oferece algoritmo de balanço de brancos, que torna as cores mais precisas no momento de captura de imagens em ambientes com fontes de luz de baixa temperatura.

A EOS-1D Mark IV Digital SLR apresenta a função de correção de iluminação periférica da Canon, que corrige o escurecimento que pode aparecer nos cantos das imagens com a maioria das lentes, quando utilizadas em suas aberturas máximas. Quando ativada, é automaticamente aplicada em imagens e clipes no momento que eles são capturados. Para imagens RAW, pode ser utilizada com software DPP.

Entre as novidades também está o visor LCD Clear View II com resolução de 920,000 dot/VGA e o ângulo wide de 160º para melhora da claridade e cores mais precisas ao visualizar imagens e vídeos. A função de Direitos de Autor integrada ajuda profissionais a ter controle das imagens a partir da colocação de informações de direitos autorais direto na câmera, anexando a informação para cada arquivo no sistema Exif metadata. Funcionalidades adicionais incluem o revestimento de flúor no filtro Low Pass para repelir poeira e otimizar ainda mais o sistema integrado EOS de limpeza.

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Minimize a pós-produção

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A EOS-1D Mark IV Digital SLR ajuda a reduzir o trabalho de pós-produção com um sistema de Auto Lighting Optimizer (ALO). Quando ativado, automaticamente ajusta a imagem para melhor brilho e contraste durante o processamento de imagens na câmera. Ao otimizar estes fatores, diminui significantemente a necessidade de pós-produção de imagens.

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Confiabilidade e robustez

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O corpo da câmera 1D Mark IV, o chassi e a montagem das lentes são completamente resistentes a fatores climáticos e mais completa vedação contra água pode ser vista em todos os botões e emendas. A cobertura do corpo e o chassi interno, incluindo caixa de espelho, são construídos com liga de magnésio, um dos metais mais fortes e mais rígidos, considerando seu peso. Para acrescentar força, a montagem das lentes é feita com aço inoxidável. Quando utilizada com o Canon Speedlite 580EX II e/ou com as lentes mais comuns da série L, o sistema completo da câmera continua totalmente resistente, permitindo aos fotógrafos se concentrar na captura de imagens, em vez de se preocupar em proteger o equipamento.

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Preço: R$ 16,9 mil, só o corpo.

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Fonte: S2 Comunicação Integrada

http://www.s2.com.br/ReleaseTexto.aspx?press_release_id=23164

  

 

Descoberta: animal sintetiza caroteno

Posted on May 3, 2010 at 9:06 PM Comments comments (0)

Carotenos são pigmentos orgânicos encontrados em plantas e micro-organismos. São essenciais para a vida e nenhum animal pode sintetizá-los, por isso devem ser ingeridos na dieta. É o que diziam as fontes de referência ? até agora.

Dois pesquisadores da Universidade do Arizona descobriram que o pulgão-de-ervilha (Acyrthosiphon pisum) é capaz de produzir seu próprio caroteno. A descoberta está descrita na edição atual da revista Science.

Segundo eles, os afídios (insetos pequenos que se alimentam da seiva das plantas) aparentemente adquiriram tal habilidade por causa de uma rara transferência genética com fungos, há muito tempo em sua história evolutiva.

Os outros animais precisam ingerir carotenoides (moléculas relacionadas ao caroteno), que são vitais para uma série de funções do organismo (importantes para a visão e os ossos, por exemplo), bem como para a pigmentação. O beta-caroteno, pigmento que faz com que as cenouras sejam laranja, é o componente básico da vitamina A.

Nancy Moran e Tyler Jarvik decidiram investigar por que o pulgão-de-ervilha tem coloração vermelha ou verde, sendo que o primeiro tipo é devorado por joaninhas, e o segundo, por vespas. Para o estudo, os cientistas vasculharam o genoma dos afídios, sequenciado recentemente.

A surpresa foi descobrir que o próprio genoma contém múltiplas enzimas para a produção de carotenoides e que são esses compostos biossintéticos os responsáveis pela diferença na cor do inseto e não dieta ou predação por inimigos naturais.

Até hoje não se tinha notícia de animais capazes de produzir esses importantes antioxidantes, que os cientistas estimavam derivar apenas de alimentos ingeridos.

?Talvez esse seja apenas um caso raro e extraordinário. Mas em estudos genômicos um caso inicial geralmente se mostra como apenas um exemplo de algo muito maior?, disse Nancy.

O artigo Lateral Transfer of Genes from Fungi Underlies Carotenoid Production in Aphids (DOI: 10.1126/science.1187113), de Nancy Moran e Tyler Jarvik, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.

 

 

Fonte: Agência FAPESP http://www.agencia.fapesp.br/materia/12119/animal-sintetiza-caroteno.htm

 

 

 

Sequenciado o primeiro anfíbio

Posted on May 3, 2010 at 6:00 AM Comments comments (0)

O primeiro sequenciamento do genoma de um anfíbio é o destaque da edição de  30/4/10 da revista Science. O grupo internacional de cientistas responsável pelo trabalho publicou o resultado do sequenciamento do genoma de uma rã encontrada na África, a Xenopus tropicalis.

O anuro em questão, segundo os pesquisadores responsáveis pelo sequenciamento, é um importante modelo para o desenvolvimento dos vertebrados. A sequência apresentada contém mais de 20 mil genes codificadores de proteínas, incluindo genes semelhantes de pelo menos 1,7 mil causadores de doenças em humanos.

“Até o momento, foram sequenciados diversos animais com pelos, mas poucos outros vertebrados. Ter um catálogo completo dos genes de Xenopus, ao lado dos genes de humanos, ratos, camundongos e galinhas, nos ajudará a remontar o conjunto dos genes ancestrais dos vertebrados”, disse Richard Harland, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley e um dos autores da pesquisa.

“O genoma da Xenopus abre a possibilidade de estudar os efeitos dos disruptores endócrinos nos níveis molecular e genômico”, disse Uffe Hellsten, do Joint Genome Institute em Walnut Creek, primeiro autor do artigo.

Disruptores endócrinos são substâncias químicas – a maior parte derivada da poluição – que imitam os hormônios dos anuros. Sua presença em corpos d’água pode, de acordo com os cientistas, ser parcialmente responsável pelo declínio das populações de sapos, rãs e pererecas em todo o mundo.

“Esperamos que o conhecimento dos efeitos desses disruptores hormonais possa ajudar a preservar a diversidade dos anuros. Como esses produtos químicos também afetam o homem, esse conhecimento poderá ter um efeito positivo na saúde humana”, disse Hellsten.

Xenopus, que significa “pé estranho”, é um gênero de mais de 20 espécies de anuros nativas da África subsaariana. Quando os biólogos descobriram que tais anfíbios eram sensíveis à gonadotrofina coriônica humana (HCG), eles passaram a ser usados em testes de gravidez a partir da década de 1940.

Ao injetar urina de uma mulher em um exemplar de Xenopus, caso ela esteja grávida a rã ovulará e produzirá ovos em menos de 10 horas. Posteriormente, os cientistas verificaram também o importante valor desses pequenos anfíbios – que cabem na palma da mão – no próprio estudo do desenvolvimento embrionário.

Quando o Joint Genome Institute decidiu sequenciar o genoma de um anuro, a comunidade internacional recomendou o X. tropicalis, e não o muito mais conhecido X. larvis, porque o genoma do primeiro tem a metade do tamanho do segundo e seu sequenciamento seria mais rápido e com menor custo.

Um esboço do genoma do X. tropicalis já estava disponível à comunidade científica, mas o novo artigo é a primeira análise do genoma completo.

De acordo com os autores do estudo, a comparação de regiões em torno de genes específicos do anfíbio com o do homem e da galinha mostrou que eles são muito semelhantes, o que indica um alto nível de conservação da organização ou da estrutura dos cromossomos.

“Quando olhamos para alguns segmentos do genoma da Xenopus, estamos literalmente observando estruturas com 360 milhões de anos e que foram partes do genoma do último ancestral comum de todas as aves, anfíbios, dinossauros e mamíferos que passaram pela Terra”, disse Hellsten.

O artigo The Genome of the Western Clawed Frog Xenopus tropicalis (DOI: 10.1126/science.1183670), de Uffe Hellsten e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.

 

Fonte: Agência FAPESP http://www.agencia.fapesp.br/materia/12112/divulgacao-cientifica/sequenciado-o-primeiro-anfibio.htm

 

Novidades Canon: Cameras de Bolso

Posted on May 1, 2010 at 9:10 AM Comments comments (0)

Canon lança mais 4 câmeras de bolso, as compactas PowerShot A3000, PowerShot SX120 IS, PowerShot SD780 IS, e PowerShot SD940 IS, que possuem design moderno, variedade de cores, fácil manuseio e alta tecnologia.

Canon PowerShot A3000 IS

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A Canon PowerShot A3000 IS está disponível na cor prata com detalhes em preto. O modelo traz 10 Megapixel de resolução, zoom óptico de 4x com estabilizador ótico de Imagens, visor de LCD de 2.7” e modo Smart AUTO. Os novos modos Pouca Luz, Super Vívido e Efeito Poster, além de Smart FE estão entre as principais características. Com previsão de chegada no mercado brasileiro para maio deste ano, a Canon PowerShot A3000 IS tem preço sugerido de R$ 749,00.

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Canon PowerShot SX120 IS

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O sensor de 10.0-Megapixel, zoom óptico de 10x com estabilizador óptico de imagens e o poderoso e exclusivo processador de imagens DIGIC 4 garantem a nitidez e fidelidade das cores das imagens capturadas com a Canon PowerShot SX120 IS. Com LCD de 3 polegadas, tem modo fácil de fotografia, que facilita a captura de imagens e simplifica a operação da câmera, e utiliza convenientes pilhas AA. O preço sugerido no Brasil é R$ 1. 299,00.

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Canon PowerShot SD780 IS

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Modelo mais fino da linha PowerShot, tem apenas 18mm de espessura e o tamanho de um cartão de crédito com apenas 115g. Perfeita para todos os momentos da sua vida, é capaz de fazer filmes de alta definição (720p) e conta com saída HDMI, que faz com que você assista suas gravações diretamente em sua TV. A qualidade de suas fotos é garantida pelo sistema de estabilização de imagens e o sensor de 12.1 megapixels. Com o novo processador DIGIC 4, é possível também desfrutar maior nitidez e cores mais vivas em suas fotos. O preço sugerido no Brasil é R$ 1. 099,00.

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Canon PowerShot SD940 IS

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A Canon PowerShot SD940 IS Digital ELPH está disponível nas cores metálicas azul, preto, prata e marrom, tem sensor de 12.1-Megapixel, lente grande-angular de 28 mm com zoom óptico de 4x e estabilizador óptico de imagens. A câmera grava vídeos em alta definição (720p HD) e, para visualização, conta com LCD PureColor de 2.7 polegadas e saída HDMI para conexão com televisores de alta definição (HDTVs). O preço sugerido no Brasil é R$ 1. 999,00.

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Fonte: S2 Comunicação Integrada  http://www.s2.com.br/ReleaseTexto.aspx?press_release_id=23615

Vida

Posted on April 23, 2010 at 7:24 PM Comments comments (0)

O Discovery Channel apresenta, após 4 anos de filmagens em HD, seu mais novo documentário: Vida.

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O documentário é dividido em 10 episódios: 1 – Primatas; 2 – Plantas; 3 - Criaturas das Profundezas; 4 - Caçadores e Caçados; 5 – Insetos; 6 – Aves; 7 – Peixes; 8 – Mamíferos; 9 - Répteis e Anfíbios; 10 - Desafios da vida.

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Data: todas as quintas-feiras às 22h no Discovery Channel. Reprise aos domingos às 12h.

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Super Novidades Canon: Compactas

Posted on April 17, 2010 at 3:25 PM Comments comments (0)

Canon apresenta três novos modelos de câmeras compactas (PowerShot – SX210 IS, SX20 IS e G11) que esbanjam alta tecnologia e praticidade.

O maior destaque fica para a Canon PowerShot SX210 IS. Com zoom óptico de 14x, resolução de 14.1 Megapixels e processador DIGIC 4, a PowerShot SX210 é uma câmera com poder e estilo. A SX210 IS combina um tamanho compacto com uma objetiva Canon grande-angular de 28mm. O zoom ótico de 14x permite enquadrar objetos distantes, ao passo que o Estabilizador de Imagem Dinâmico com 4 passos impede a desfocagem causada pelas oscilações da câmera em toda a faixa de zoom. A gravação de vídeos em HD (720p), com possibilidade de fazer zoom durante o vídeo, e o som estéreo proporcionam melhor captura de vídeo e reprodução de áudio. O equipamento também conta com saída HDMI, LCD Wide de 3 polegadas, bateria de lítio recarregável, Smart Auto e Smart Shutter (Detecção de Sorriso e temporizador com detecção face ou detecção de piscada). A PowerShot – SX210 IS pode ser encontrada nas cores Black, Purple e Gold, custa cerca de $349.99.

  

 

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Já a Canon PowerShot G11 possui recursos avançados, variedade de modos de cena e compatibilidade com acessórios da linha de câmeras EOS profissional. Com sensor CCD de alta sensibilidade de 10.0-Megapixel, zoom óptico de 5x, estabilizador óptico de imagens e lente grande-angular de 28 mm (equivalente a 28-140 mm), traz também LCD PureColor de 2.8 polegadas de ângulo variável. Preço: $499.99

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Com sensor de 12.1-Megapixel, objetiva grande-angular de 28mm e com incrível zoom óptico de 20x e estabilizador ótico de imagens, a Canon PowerShot SX20 IS oferece também a gravação de vídeos HD 720p (30 fps) e saída HDMI para compartilhamento de vídeos de alta qualidade. O LCD de 2,5 polegadas de ângulo variável e tecnologia PureColor permite fácil visualização de menus e imagens em diferentes ângulos, enquanto as baterias AA facilitam a operação de recarga e troca. Preço: $399.99

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Fonte: S2 Comunicação Integrada   http://www.s2.com.br/ReleaseTexto.aspx?press_release_id=23508

 

Cret�ceo preservado

Posted on April 11, 2010 at 10:19 PM Comments comments (0)

Um grupo internacional de pesquisadores anunciou a descoberta de insetos mortos há cerca de 95 milhões de anos. Por terem sido preservados em âmbar, os insetos estão notadamente bem preservados.

Os cientistas também encontraram diversas espécies de plantas. Juntos, os fósseis ajudam a reconstruir a diversidade e a composição de ecossistemas do período Cretáceo. A descoberta será publicada esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

O âmbar, resina fóssil produzida por árvores, tem grande importância paleontológica, uma vez que é capaz de preservar uma diversa gama de organismos e vestígios remanescentes de habitats pré-históricos.

Os cientistas encontraram âmbar contendo diversas espécies de aranhas, formigas, vespas e outros insetos. Os fósseis foram descobertos na região de Debre Libanos, no noroeste da Etiópia.

Foram encontrados 30 espécimes preservados em nove peças. Segundo os autores do estudo, os fósseis cobrem uma “diversidade impressiva”, que inclui as ordens Acari e Araneae de aracnídeos e pelo menos 13 famílias de Hexapoda (artrópodes com três pares de pernas), das ordens Collembola, Psocoptera, Hemiptera, Thysanoptera, Zoraptera, Lepidoptera, Coleoptera, Diptera e Hymenoptera.

Segundo os pesquisadores, os registros em âmbar são os mais antigos do tipo já encontrados e “constituem descobertas importantes para compreender melhor as origens temporais e geográficas dessas linhagens”.

“Junto com as inclusões microscópicas possíveis de serem observadas, os achados revelam as interações de plantas, fungos e artrópodes durante um período de grandes mudanças nos ecossistemas terrestres, que foram causadas pela propagação inicial das angiospermas”, destacaram.

O artigo Cretaceous African life captured in amber (doi/10.1073/pnas.1000948107), de Alexander Schmidt e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da PNAS em www.pnas.org.

 

Fonte: Agência FAPESP

http://www.agencia.fapesp.br/materia/11993/cretaceo-preservado.htm

 

Nova Canon EOS Rebel T2i

Posted on April 5, 2010 at 9:16 PM Comments comments (1)

Substituta da Canon Rebel T1i, a nova T2i chega ao mercado com várias novidades, como o sensor CMOS de 18.0 megapixels, velocidade de disparo de 3,7 frames por segundo e a nova compatibilidade com os cartões de memória SDXC. Além disso, conta com o processador DIGIC 4, que apresenta maior qualidade e velocidade no processamento das imagens, ISO 100-6400 (expansível para 12800) e um novo e avançado sistema de gravação de vídeo em Full HD que faz vídeos de 1.920 x 1.080 pixels (Full HD) nos modos 24 fps (23,976), 25 ou 30 fps (29,97). Custa cerca de US$ 899,99, com a lente 18-55mm, no mercado norte-americano.

 

 

 

Fonte: http://www.s2.com.br/ReleaseTexto.aspx?press_release_id=23378

Bacteria contra dengue

Posted on April 5, 2010 at 6:25 AM Comments comments (0)

Uma bactéria que pode bloquear a duplicação do vírus da dengue em mosquitos foi descoberta por cientistas da Universidade do Estado de Michigan, nos Estados Unidos.

O achado poderá ajudar no desenvolvimento de tratamentos contra a doença que ameaça cerca de 2,5 bilhões de pessoas em todo o mundo e para o qual atualmente não existe vacina.

“Na natureza, cerca de 28% das espécies de mosquitos são hospedeiros da bactéria Wolbachia, mas esse não é o caso do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. Verificamos que a Wolbachia é capaz de parar a duplicação do vírus da dengue e, se não houver vírus no mosquito, ele não se espalhará para as pessoas. Ou seja, a transmissão da doença poderia ser bloqueada”, disse Zhiyong Xi, um dos autores do estudo.

O estudo foi publicado na edição de abril da revista PLoS Pathogens. Xi e colegas introduziram a bactéria em mosquitos Aedes aegypti por meio da injeção do parasita em embriões.

Os pesquisadores mantiveram a Wolbachia em insetos no laboratório por quase seis anos, com a bactéria sendo transmitida de uma geração a outra.

Quando um macho com a bactéria cruza com uma fêmea não infectada, a Wolbachia promove uma anormalidade reprodutiva que leva à morte precoce de embriões.

Mas a Wolbachia não afeta o desenvolvimento embrionário quando tanto o macho como a fêmea estão infectados, de modo que a bactéria pode se espalhar rapidamente, infectando uma população inteira de mosquitos. A bactéria não é transmitida dos mosquitos para humanos.

Um estudo anterior feito na Austrália, com abordagem diferente, também destacou o potencial da Wolbachia. “A linhagem que usamos tem uma taxa de transmissão maternal de 100% e faz com que os mosquitos vivam mais. No trabalho australiano, a linhagem usada faz com que os mosquitos morram cedo”, disse Xi.

“Os dois métodos têm suas vantagens. Quanto mais o mosquito viver, mais chances ele terá de passar a infecção para seus descendentes e de atingir uma população inteira de mosquitos em um determinado período. Mas se o mosquito viver menos, ele não picará as pessoas e não transmitirá o vírus da dengue. Os dois exemplos demonstram o potencial do uso da bactéria para controle da transmissão”, explicou.

Os dois estudos reforçam a preocupação de cientistas de diversos países com o problema. Uma pesquisa publicada em fevereiro pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences apresentou um possível método para controle da transmissão por meio da obtenção de fêmeas do Aedes aegypti que são incapazes de voar.

 

Fonte: Agência FAPESP - 5/4/2010 - http://www.agencia.fapesp.br/materia/11986/bacteria-contra-dengue.htm

 


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